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O que aprendi nas quadras, tentei levar para os laboratórios

Stevens Rehen

16/07/2018 19h05

Na década de 1980, eu acordava e dormia voleibol. Era o que mais fazia e só o que eu queria fazer.

O que aprendi nas quadras, tentei levar para os laboratórios.

No vôlei, assim como na ciência, não
dá pra ganhar sozinho, é ofício coletivo.

Você precisa de um bom time e de um bom técnico pra seguir em frente.

Anos depois tive a oportunidade de contar ao Bernardinho como a experiência com o voleibol me tornou um cientista melhor.

Sobre o Autor

"Stevens Rehen é um neurocientista brasileiro, coordenador de pesquisa do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e professor titular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ. Também é Membro do Comitê Científico do Museu do Amanhã, Membro do Conselho Científico do Instituto Serrapilheira, Embaixador ASAPbio, Chair do Comitê Brasileiro da Pew Charitable Trust Latin American Program in the Biomedical Sciences, Coordenador científico da ArtBio, Membro da Academia de Ciências da América Latina e Membro Afiliado da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento (TWAS).Prêmio Saúde 10 anos na categoria Saúde Mental e Emocional, Revista Saúde e Editora Abril (2015), Prêmio Faz Diferença, Jornal O Globo (2011), As 100 pessoas mais influentes do Brasil em 2009 e novamente em 2011 (Revista Época). Os 8 brasileiros que estão moldando positivamente o futuro do país (Revista Fora de Série), Jornal Brasil Econômico, 2009. Contato para palestras, eventos e institucionais: srehen@uol.com.br"

Sobre o Blog

O cotidiano de um cientista no Brasil.

Blog do Stevens Rehen