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Autismo e transplantes fecais

Stevens Rehen

23/07/2018 12h21

Durante oito semanas, 18 crianças e adolescentes com autismo receberam transplantes fecais de doadores saudáveis.

Após o tratamento, as crianças tiveram menos problemas gastrointestinais, incluindo diarréia, constipação, dor abdominal e indigestão.

Sintomas como hiperatividade, ações repetitivas e irritabilidade, também melhoraram por até 2 anos após o término do tratamento.

A publicação original (de 2017) com todos os detalhes está disponível aqui: https://microbiomejournal.biomedcentral.com/…/s40168-016-02…

E um resumo com o follow-up de 2 anos nesse link: https://az659834.vo.msecnd.net/…/9e497a41972f4b2cbe0ee7a597…

Sobre o Autor

"Stevens Rehen é um neurocientista brasileiro, coordenador de pesquisa do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e professor titular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ. Também é Membro do Comitê Científico do Museu do Amanhã, Membro do Conselho Científico do Instituto Serrapilheira, Embaixador ASAPbio, Chair do Comitê Brasileiro da Pew Charitable Trust Latin American Program in the Biomedical Sciences, Coordenador científico da ArtBio, Membro da Academia de Ciências da América Latina e Membro Afiliado da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento (TWAS).Prêmio Saúde 10 anos na categoria Saúde Mental e Emocional, Revista Saúde e Editora Abril (2015), Prêmio Faz Diferença, Jornal O Globo (2011), As 100 pessoas mais influentes do Brasil em 2009 e novamente em 2011 (Revista Época). Os 8 brasileiros que estão moldando positivamente o futuro do país (Revista Fora de Série), Jornal Brasil Econômico, 2009. Contato para palestras, eventos e institucionais: srehen@uol.com.br"

Sobre o Blog

O cotidiano de um cientista no Brasil.

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